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Rosangela Enéas é publicitária, especialista em docência no ensino superior, escritora ghost writer e master coach. Como empreendedora responsável pela Unicórnio Autorias de Pensamento, vem ao longo de aproximados dezoito anos, mantendo o foco em Marketing de Conteúdo utilizando técnicas de Coaching como base metodológica para prestar serviços dentro de suas competências.

30/11/2018

Metodologia Científica: Método x Chicote

Metodologia Científica: Método x Chicote

Você já parou para observar que, tudo na natureza apresenta um início, uma sequência e uma finalização, independentemente da duração desses processos? 

Então, você já deve ter observado também, que para tanto, uma base inicial sólida, precisou ser antecipadamente elaborada.

Pense por exemplo, na construção de uma casa ou um de um edifício. O alicerce virá em primeira instância, objetivando que tal obra não venha a ruir futuramente, após a adequação dos materiais necessários à sua construção. 

Nesse meu exemplo, a casa ou o edifício terá como base, a ciência Engenharia que, por sua vez, se apoiará em outras ciências, como a Física e a Matemática.

De forma parecida, para que um trabalho de conclusão de curso seja construído, iremos precisar ter como base, a ciência Metodologia Científica que, por sua vez, facilitará o caminho de união das ideias chaves desse processo - conhecimentos vivenciados durante uma trajetória educacional e as outras ideias já fundamentadas – para que se consiga transcrevê-las em um formato de linguagem diferenciado: o científico.

Assim, a Metodologia Científica, apesar da “fama de mau” que recebeu, provavelmente, mais pelo verdadeiro pavor de um “tcc” sair com erro, do que por ela mesma; não é uma ciência autônoma e, muito menos uma chibata. Ao contrário!

Ela é uma ferramenta auxiliadora, cuja função principal, é a de facilitar o processo de união entre as experiências que já foram vivenciadas com as já fundamentadas, a fim de gerar ou incrementar uma nova experiência. 

Pode-se dizer que a Metodologia Científica é um modelo que, sendo adequadamente aplicado, permitirá que o conteúdo a ser apresentado, esteja “como deva estar”, ou seja, com uma linguagem lógica o suficiente para começar, dar continuidade e terminar qualquer exposição científica.  
Ainda sob esse aspecto, a Metodologia Científica, auxilia na observação de critérios éticos, com total liberdade de investigação, onde também será permitido selecionar assuntos preferidos e conteúdos adequados, tendo como benefício fundamental, o aumento de autoaprendizagem (repertório intelectual).

Isso porque, quando elaboramos um trabalho de conclusão de curso, iremos interagir com ciências multidisciplinares e, com profissionais que se relacionam aos assuntos que estamos estudando/pesquisando.

Não é o máximo?!


28/11/2018

Registro de Obras - Passo a Passo

Registro de Obras - Passo a Passo
Há controvérsias sobre a necessidade de registrar uma obra. Alguns profissionais na área literária, alegam ser o registro uma burocracia à mais, uma vez que em ocorrência de plágio, os custos judiciais em caso de não acordo com o(s) infrator(es) será o mesmo...

Os que são dessa opinião, também alegam que o fato dos conteúdos estarem publicados de alguma forma na web, também serviria como prova de autenticidade, bastando para tanto, observar a data da publicação em questão (normalmente anterior à da ocorrência de infração).

Outros porém - onde eu mesma me incluo - acreditam que o registro serve como prova menos genérica, além de facilitadora de negociações "mais amigáveis" e, como tal, evitar medidas extremas (entrar na justiça).

Sendo assim, para os que concordam que registrar suas obras/conteúdos além de ser um direito, pode funcionar também como um dever facilitador da boa comunicação/convivência web, escrevo este post com um resumo dessa ação, para agilizar a pesquisa dos interessados.

Vamos lá?

Existem duas formas de se registrar uma obra, ambas pagas.
  1. Tradicional: em departamento específico da Bibliotéca Nacional (neste link) ou, 
  2. Atual: em empresas que realizam esse serviço.
Para que você opte por um desses sistemas, sugiro que mensure os quesitos:
  • Confiança: certo é que a "tradição" é um sinal positivo mas, por outro lado, se você tiver a indicação de algum colega que já tenha feito registros em outros lugares, ficando satisfeito, por que não? Eu mesma faço meus registros em uma empresa particular que me agradou bastante. Se desejar o endereço eletrônico dessa empresa, entre em contato comigo por aqui que terei o maior prazer de indicá-la.
  • Preço: nesse quesito, ambas as formas se equivalem (valor aproximado de R$ 20,00 por obra). A tabela de preços da Biblioteca Nacional, pode ser visualizada por aqui.
  • Comodidade: tanto a Biblioteca Nacional, quanto as empresas especializadas permitem a solicitação pela Internet, após preenchimento de formulário. 
OBS: A Bibliotéca Nacional dá também a opção de entrega de solicitação, via correio, após o preenchimento e impressão deste formulário  que deverá ser anexado aos documentos informados por aqui, e enviados para seguinte endereço: Centro Empresarial Cidade Nova - Teleporto (Av. Presidente Vargas, 3131 - sala 702 Cidade Nova - Rio de Janeiro, RJ - CEP: 20210-911) ou, caso queira ir pessoalmente entregar para que assim, agilize o processo, o endereço da sede em São Paulo, é: Alameda Nothmann, 1058  - Campos Elíseos - São Paulo - CEP 01216-001 (Horário de atendimento: 10h às 16h.   Tel: (11) 3825-5249
  • Prazo de entrega:  sem sombra de dúvidas, a forma mais rápida de conseguir o seu registro é através das empresas especializadas, pois a maioria delas costuma enviar o documento no e-mail cadastrado pelo requisitante, após a confirmação do pagamento, dentro do prazo máximo de 48 horas. Já a Biblioteca Nacional costuma levar meses para efetuar essa entrega.
E.T: Você não deve confundir "registro de obra" com "depósito legal de obra". Irei tratar sobre esse assunto em próximos posts! Não perca ;)      

26/11/2018

Magazine Coaching: A Flexibilidade e o Diamante

Não Exija o que Você Ainda não Conquistou

É possível que você já tenha ouvido falar que, ao contrário do que se diga, as pessoas só irão escutar o que as suas mentes conseguirem captar. O motivo? Cada pessoa tem sua forma particular de interpretação.

Sabe-se também que não existe duas pessoas que interpretem algo, exatamente da mesma maneira e, o motivo é porque cada cérebro registra experiências vivenciadas de acordo com símbolos e sinais.

Símbolos são fatores abstratos, mais especificamente, sensações que determinado fato ou ocasião provoque em alguém. Já os sinais, são formas menos abstratas, embora assumam significados diferentes, dentro de parâmetros sócio-culturais.

Sendo assim, se eu fizer um texto narrativo sobre "como um lindo sino balança na torre de uma velha catedral", por mais riqueza de detalhes que eu forneça - cores, tamanho, sons, outros - há uma grande possibilidade de que o leitor compreenda os dados específicos sobre esse objeto, mas, o “como foi esse momento do balançar do sino” será sempre uma experiência mental individualizada por ele.
  
Esse é um dos motivos da necessidade do estudo do (s) outro (s) - personas - para quem estamos escrevendo, a título de conhecendo-o melhor, cativá-lo por intermédio do acerto em seu estilo literário.

Encurtando esse caminho de conquista vai uma dica: olhe para essa pessoa não somente com os seus  olhos, mas também, através dos olhos dela ou, em outras palavras, responda para si mesmo (a): "Como você acredita que essa (s) pessoa (s) está percebendo você, enquanto você está falando (escrevendo) com (para) ela (s)?"

E, para encontrar essa resposta com maior facilidade, fique consciênte das suas próprias dificuldades comunicativas naquele momento, a fim de entender o limite de aceitação por parte dessa pessoa, em caso de futuras críticas, nem sempre construtivas.

Ainda que nos sintamos no direito de receber alguma coisa, seja dinheiro, amor ou mesmo uma pequena atenção por parte de alguém, exigir algo reflete o quanto cobramos de nós mesmos, nas mesmas proporções. A exigência nos torna intransigentes e, como consequência, inflexíveis como um diamante.

Flexibilidade é a alma de qualquer negócio. Creio que, na verdade, a flexibilidade seja um equilíbrio comunicativo que, por caminhar junto com a benevolência, beneficia pessoas em larga escala.

Quando somos flexíveis, lembramos que também não somos perfeitos e que assim, cometemos erros que não irão comportar a recompensa que tanto almejamos devido os nossos esforços para tanto.
  
Mais interessante e produtivo então do que ser alguém intransigente, será abrir um espaço no nosso próprio quebra cabeças, para que haja peças diferentes que se encaixem, posto que assim mais flexíveis (conscientes), nossos objetivos serão mais facilmente alcançados e, a abertura para o novo, o inesperado e, o diferente poderá ser ampliada, dando passagem suficiente para as novas oportunidades. 

Permita-se sair do planejado e experimentar as diferenças. Exija sim, desde que seja de si mesmo (a) receber surpresas mais agradáveis e recompensadoras, provindas das diferenças que os outros poderão lhe proporcionar. 

Há uma razão para que "caminho" não tenha o mesmo significado que "meta". O primeiro deve ser flexível para que o sucesso do segundo, brilhe por longos períodos. 

23/11/2018

Comunicação é Expressão

Comunicação é Expressão

Parece não ser mais segredo que, escrever conteúdos e, não apenas redações, são atos de conquista. 

Não faz muito tempo que, no mundo digital, os internautas não conseguiam entender o que uma pessoa ou empresa fazia, se isso não estivesse bem especificado pelo link “serviços”. Tal cenário, porém, veio sendo modificado via web, pela promoção dos conteúdos.

A partir desse fato e, porque não dizer também, por conta dele, a reputação devida aos serviços ou produtos oferecidos, toma como base em qualquer parâmetro de mercado, o que é entendido e subentendido nos textos, áudios, vídeos e/ou imagens, que são apresentados.

Para escrever um conteúdo, o autor não precisa ser mestre em gramática ou, um gênio artístico.
Precisará, todavia, - no mínimo - saber elaborar conteúdos que despertem mais a atenção do que o sono; que contenha doses homeopáticas de conhecimento para tranquilizar o leitor, passando-lhe a certeza de que o ele estiver lendo, não foi escrito por uma criança e; principalmente, que incentive a vontade de ler, ver e/ou ouvir as informações presentes em um texto que, pela lógica, deverá ter começo, meio e, fim.

Desde que o “mundo é mundo”, milhares de pessoas, buscam o poder, seja do amor, seja do dinheiro ou do poder administrativo. Mais recentemente, o poder das letras digitadas vem sendo descoberto, sem que, no entanto, muitos escritores encontrem formas mais adequadas para que delas, se aproveitem.

Nesse sentido, vale lembrar que as palavras de  David Ogilvy: “Comunicação não é o que você diz, é o que os outros entendem”, evidencia a necessidade do aprender a fazer das letras digitadas, uma extensão de sentimentos e intenções que possam ser aplicadas de maneira estratégica nos editores de textos, vídeos, imagens e/ou áudios, como exercício do princípio básico da comunicação escrita, qual seja, a expressão interpessoal.

Acredito que todos os profissionais em escrita, persistindo por esse caminho, alcançarão uma forma de poder mais audacioso que os demais: o auto sucesso

21/11/2018

Magazine Coaching: Pare de Duvidar e Comece a Vencer!

Magazine Coaching: Pare de Duvidar e Comece a Vencer! Um questionamento pode modificar uma vida e essa é sua real importância mas, se ele for despretensioso, no estilo do ouvir sem escutar, ele nada modificará, mas do contrário, poderá até mesmo salvá-la: “Por que as dores persistem?” 

Um questionamento que sai do fundo do coração da gente, que mostra um interesse real e fantástico, cheio de vontade em obter uma resposta que tenha vindo da alma da outra pessoa, poderá até mesmo evitar que ela se perca: “Como você está se sentindo agora?” 

Há formas de questionamentos que podem esclarecer a maioria das dificuldades que passam pela mente humana e, a partir do encontro dessas respostas, a vida dessas pessoas fluem de maneira mais harmoniosa, pró ativa, cheia de brilho...enfim, feliz!!

Em Coaching, tais questionamentos são chamados de “Perguntas Poderosas”, comprovadamente conhecida como ferramentas mais assertivas, que abrem caminho à felicidade.

Isso porque, por esse intermédio uma pessoa é conduzida à escolhas de metas, ou seja, ao futuro, com novas ações, saindo de sua zona de conforto em direção à verdadeira felicidade.

São milhares de perguntas poderosas.

Vamos questionar juntos em direção ao poder que existe nas suas respostas?

18/11/2018

O ABC de um bom #Ghost Writer

O ABC de um bom #Ghost Writer

Profissionais da escrita fantasma (#Ghost Writer), ou, em outras palavras, escritores (autores) que vivem no anonimato para que os direitos autorais passem para seus contratantes, vem a cada dia, adotando novas posturas empreendedoras que não raro, estão indo além da técnica de escrever.

Uma delas e, porque não dizer, a principal, é entender como fazer disso uma profissão que “sempre existiu, sem nunca poder dizer que existe” (palavras adaptadas do escritor #Ghost Writer Pedro Cavalcanti) e que justamente por isso, tem contribuído para alavancar a carreira de muitas pessoas.

E, quando eu digo “pessoas”, me refiro à palestrantes, apresentadores, professores, políticos e empresários que não se sentem à vontade para escrever , não gostam ou não tem tempo de elaborar textos de valor (com conteúdo interessante), mas que, nem por isso, deixam de atuar com relativa ou total maestria no que lhes compete fazer.

A partir desse target, um escritor - fantasma ou não - poderá sentir a sua carreira mais facilitada ou, até mesmo fomentá-la, se levar em consideração além dos conceitos de Marketing de Conteúdo, três passos que, considero básicos, a saber: 

A
ssumir a verdade sobre si mesmo sob ângulos diferentes. O que você já possui ou não de concreto, para ingressar – ou continuar – na carreira de escritor? Elabore planos de ação (projetos) onde você possa ser o ator principal nas páginas dos conteúdos que escreve e não, um coadjuvante de opiniões, sem a devida valorização da sua arte (dom de escrever).   

O ABC de um bom #Ghost Writer


Muitos acreditam que para ser um escritor – fantasma ou não – é preciso que tenha um "vasto acervo literário mental". 

Apesar de ser essa uma consideração relevante, estaria ao meu ver, um pouco distante de tornar-se um fato, posto que, se assim fosse, o que dizer de outros profissionais, como por exemplo, os locutores de rádio que, mesmo sem ainda conhecer as técnicas da profissão, por haverem nascido com um timbre vocal diferenciado, conquistaram sucesso na área?
 
É sabido que um locutor quando “entra no ar”, precisa deixar seus pensamentos e formas de ser de lado e, atuar como o personagem que lhe será indicado. Será que, para conseguir fazer isso, ele necessariamente passou grande parte de sua vida representando ou, devido ao seu dom pré-existente, ele passou a se aprofundar mais nas técnicas dessa profissão? 

No meu livro[1] considero que escritores são profissionais que aprenderam a construir etapas firmadas em auto diálogo e, alerto para o fato de que muitos profissionais da escrita mantém na falta de objetividade - sendo a resistência, uma delas - uma ferramenta auxiliar de seus sentimentos, o que só lhes tem contribuído para aprimorar uma organização mental ineficiente.

Por conta disso e/ou, outras aspirações mal elaboradas, muitos escritores abandonam seus sonhos ainda na fase do rascunho.

Sendo assim:

Proposta A: Para ser um bom #Ghost Writer, faça da profissão o seu sonho e, passe a empenhar-se nele, sem dar tanta importância à quantidade de leitura e/ou escrita que você por ventura, tenha ou não efetuado até hoje. Todavia, reflita sobre a qualidade das mesmas enquanto recicla os seus próprios conhecimentos. Descubra novos assuntos dentro do seu interesse, mas, atenção: com o tempo, você irá perceber que um #Ghost Writer, escreve sobre o assunto requisitado pelo cliente. O que fazer nesse caso? Essa resposta poderá estar no próximo parágrafo.  

B
om escritor é aquele que tem interesse em interpretar textos e, de acordo com as próprias idealizações e abstrações, escreve sobre diferentes temas com criatividade, fazendo com que, em cada capítulo ou artigo, surjam novas histórias sobre o mesmo assunto, posto que nelas, acrescenta novas visões (conhecimentos) para si, para o cliente e para seus leitores.

O ABC de um bom #Ghost Writer


Se, por um lado, ser um escritor fantasma como profissão, exige mais do que a simples frequência (constância) de leitura, digitação ou o conhecimento gramatical de alguém; por outro; conhecer – ou adquirir conhecimento – na arte da interpretação de imagens, áudios e textos, é essencial para a carreira, uma vez que, sem a tal não existirá a comunicação como expressão autoral.

“Parece não ser mais segredo que, escrever conteúdos e, não apenas redações, são atos de conquista. [...] A partir desse fato e, porque não dizer também, por conta dele, a reputação devida aos serviços ou produtos oferecidos, toma como base em qualquer parâmetro de mercado, o que é entendido e subentendido nos textos, áudios, vídeos e/ou imagens, que são apresentados. ”[2]

Nesse sentido, vale lembrar que as palavras de David Ogilvy: “Comunicação não é o que você diz, é o que os outros entendem”. Se um escritor não souber interpretar as formas dos sentimentos alheios (clientes), como conseguirá fazer (expressar) de maneira que os leitores o entendam?

Sendo assim:

Proposta B: Para ser um bom #Ghost Writer aprenda a se colocar no lugar do seu cliente, encontrando respostas que englobem “o como”, “o para quem” e “o porquê” você seria o profissional indicado para um serviço específico que lhe esteja sendo apresentado e, a partir dessas respostas, credite a si mesmo (a) a possibilidade - ou não - de ser contratado (a), sem levar possíveis negativas para o lado pessoal. Isso porque, agradar a todos é uma missão, no mínimo, inviável. Por outro lado, agradar a maioria, é possível. E, para tanto, a construção da empatia, tem se mostrado como uma boa solução. Observar “o outro” (o cliente em potencial) como ele realmente é, ao invés de percebê-lo como você gostaria que ele fosse/agisse na negociação, pode ser o caminho mais assertivo. No próximo parágrafo escrevi algumas ferramentas que poderão facilitar esse tipo de engajamento.    

C
onquiste/aperfeiçoe qualidades empreendedoras para ser um bom #Ghost Writer. A paciência, perseverança, interesse, criatividade, domínio cognitivo, humildade, liderança, e um grande senso organizacional estão entre as habilidades práticas inter-relacionais capazes de criar empatia entre as partes envolvidas dentro de um processo comunicativo.


O ABC de um bom #Ghost Writer

Um escritor não é - e nem pode se transformar! - uma máquina produtora de textos mas, infelizmente, muitas vezes permite que seu cérebro aceite dados externos sem pausa e sem prática de reavaliação de leituras, ainda mais, com o avanço tecnológico atual (velocidade/grande quantidade de informações).

A conquista das qualidades empreendedoras citadas e, porque não dizer também, novas ideias são mais facilmente alcançadas através do silêncio mental. Não é à toa que escritores são conhecidos pela sua natureza "solitária" ou "introspectiva".

Sendo assim:

Proposta C: Resgate e reinvente suas ideias e conteúdos aguçando seus ouvidos internos para filtrar a enxurrada de informações sobre um mesmo tema, que a web dispõe a cada clique de mouse. Estude formas de organização a partir de roteiros que melhor se adaptem ao seu estilo de trabalho, planejando os prazos de entrega combinados com o cliente, dentro do seu ritmo de trabalho, mensurando sempre a necessidade das pausas, para que as autorias aconteçam. Surgiu uma nova  oportunidade de escrita? Faça silêncio!

Termino este post desafiando você a pausar seus pensamentos neste exato momento, e, a partir da percepção e interpretação deste artigo, você deixe seus comentários para tornar este post, ainda melhor!

Forte abraço e, milhões em sucessos para todos nós!



[1] ENÉAS, Rosangela. E-books: a escrita com alma digital. São Paulo: Ed. Independente, 2018.
[2] Idem, p.8.

  
  

08/11/2018

Como Fazer uma Ficha Catalográfica



Olá prezado você que já escreveu o seu livro e agora, pretende publicá-lo em formato impresso, em formato e-book ou em ambos os formatos, mas, precisa de um auxílio para entender como elaborar a sua ficha catalográfica!

Primeiramente é necessário que você saiba que, nos livros impressos essa ficha é parte imprescindível; uma exigência da Lei do Livro (Lei da Política Nacional do Livro - n° 10.753 de 30 de outubro de 2003) e, que para os livros eletrônicos ela há pouco tempo, passou a ser também uma exigência necessária em caso de comercialização.

Ambas as fichas, devem ser elaboradas de acordo com o Padrão Bibliográfico Universal (CIP), que determina sua colocação, logo depois das páginas de rosto.

Isso posto, nesta gravação eu abro as portas do meu home office, para convidar você a acompanhar esta aula, com dicas importantes que tenho certeza, serão muito úteis.

Os links relativos a esse trabalho, seguem abaixo do vídeo!



1. Tabela Cutter Samborn:
https://www.cuttersonline.com/app/

2. Para Classificação Decimal Dewey (CDD):  http://www.isbn.bn.br/website/tabela-de-assuntos

3. Para Classificação Decimal Universal (CDU):
 https://www.ipleiria.pt/sdoc/wp-content/uploads/sites/10/2016/05/cdu-atualizada.pdf

4. Para serviços de conteúdo e escritas Ghost Writer:
https://www.metodologiasonline.com.br