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Rosangela Enéas é publicitária, especialista em docência no ensino superior, escritora ghost writer e master coach. Como empreendedora responsável pela Unicórnio Autorias de Pensamento, vem ao longo de aproximados dezoito anos, mantendo o foco em Marketing de Conteúdo utilizando técnicas de Coaching como base metodológica para prestar serviços dentro de suas competências.

26/11/2018

Magazine Coaching: A Flexibilidade e o Diamante

Não Exija o que Você Ainda não Conquistou

É possível que você já tenha ouvido falar que, ao contrário do que se diga, as pessoas só irão escutar o que as suas mentes conseguirem captar. O motivo? Cada pessoa tem sua forma particular de interpretação.

Sabe-se também que não existe duas pessoas que interpretem algo, exatamente da mesma maneira e, o motivo é porque cada cérebro registra experiências vivenciadas de acordo com símbolos e sinais.

Símbolos são fatores abstratos, mais especificamente, sensações que determinado fato ou ocasião provoque em alguém. Já os sinais, são formas menos abstratas, embora assumam significados diferentes, dentro de parâmetros sócio-culturais.

Sendo assim, se eu fizer um texto narrativo sobre "como um lindo sino balança na torre de uma velha catedral", por mais riqueza de detalhes que eu forneça - cores, tamanho, sons, outros - há uma grande possibilidade de que o leitor compreenda os dados específicos sobre esse objeto, mas, o “como foi esse momento do balançar do sino” será sempre uma experiência mental individualizada por ele.
  
Esse é um dos motivos da necessidade do estudo do (s) outro (s) - personas - para quem estamos escrevendo, a título de conhecendo-o melhor, cativá-lo por intermédio do acerto em seu estilo literário.

Encurtando esse caminho de conquista vai uma dica: olhe para essa pessoa não somente com os seus  olhos, mas também, através dos olhos dela ou, em outras palavras, responda para si mesmo (a): "Como você acredita que essa (s) pessoa (s) está percebendo você, enquanto você está falando (escrevendo) com (para) ela (s)?"

E, para encontrar essa resposta com maior facilidade, fique consciênte das suas próprias dificuldades comunicativas naquele momento, a fim de entender o limite de aceitação por parte dessa pessoa, em caso de futuras críticas, nem sempre construtivas.

Ainda que nos sintamos no direito de receber alguma coisa, seja dinheiro, amor ou mesmo uma pequena atenção por parte de alguém, exigir algo reflete o quanto cobramos de nós mesmos, nas mesmas proporções. A exigência nos torna intransigentes e, como consequência, inflexíveis como um diamante.

Flexibilidade é a alma de qualquer negócio. Creio que, na verdade, a flexibilidade seja um equilíbrio comunicativo que, por caminhar junto com a benevolência, beneficia pessoas em larga escala.

Quando somos flexíveis, lembramos que também não somos perfeitos e que assim, cometemos erros que não irão comportar a recompensa que tanto almejamos devido os nossos esforços para tanto.
  
Mais interessante e produtivo então do que ser alguém intransigente, será abrir um espaço no nosso próprio quebra cabeças, para que haja peças diferentes que se encaixem, posto que assim mais flexíveis (conscientes), nossos objetivos serão mais facilmente alcançados e, a abertura para o novo, o inesperado e, o diferente poderá ser ampliada, dando passagem suficiente para as novas oportunidades. 

Permita-se sair do planejado e experimentar as diferenças. Exija sim, desde que seja de si mesmo (a) receber surpresas mais agradáveis e recompensadoras, provindas das diferenças que os outros poderão lhe proporcionar. 

Há uma razão para que "caminho" não tenha o mesmo significado que "meta". O primeiro deve ser flexível para que o sucesso do segundo, brilhe por longos períodos. 

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