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Rosangela Enéas é publicitária, especialista em docência no ensino superior, escritora ghost writer e master coach. Como empreendedora responsável pela Unicórnio Autorias de Pensamento, vem ao longo de aproximados dezoito anos, mantendo o foco em Marketing de Conteúdo utilizando técnicas de Coaching como base metodológica para prestar serviços dentro de suas competências.

17/12/2018

O Processo Criativo e a Lógica Adquirida

O Processo Criativo e a Lógica Adquirida

Graham Wallas (1858-1932) foi psicólogo social inglês e cofundador da Escola de Economia de Londres, onde pesquisou e desenvolveu um modelo que visa explicar e sistematizar o processo criativo, que até hoje é utilizado. 

Esse processo consiste em quatro fases: preparação: o autor busca por informações diferentes a respeito da solução para um mesmo problema. Nessa fase segundo o autor, não há muitos critérios de observação e assim, de forma caótica ou irregular, essa acumulação de informações funciona como uma espécie de “aquecedor de baterias mentais’. 

A próxima fase é chamada de encubação: quando o autor se afasta do problema, procurando esquecê-lo por um tempo sem que, no entanto, o deixe totalmente de lado para que, o inconsciente liberto do consciente busque novas conexões - símbolos arquivados em sua memória - que ele chama de “essência da criação”. 

Em sequência vem a fase de iluminação: que consistem em momentos inesperados, ou seja, quando a nova ideia irá emergir repentinamente, oferecendo a solução procurada sob formas e momentos inusitados que posteriormente, irão se encaixando como puzzles.

A última fase é a implementação: onde será a razão que deverá ter prioridade sobre o projeto imaginário inicial. Wallas propõe que, seja nesta fase, o momento de racionalizar a ideia, intensificando-a com pesquisas (testes, críticas, opiniões, outras). 

Percebe-se assim que, para sistematizar um processo de escrita, será adequado seguir essas etapas para conseguir formar conteúdos criativos (inovadores), da mesma forma que se procederia com o planejamento ou outras metodologias, que requeiram maior eficiência.  

Nesse sentido, sugiro que você entenda as plataformas e as redes sociais, como processos que devem ser geridos a partir do seu próprio capital social, como forma de tirar melhor proveito de suas funcionalidades.

Isso porque, essas são mídias interdisciplinares do conhecimento, ou seja, agregam, compartilham e armazenam ideias, ao mesmo tempo em que criam outros tantas.

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