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Rosangela Enéas é publicitária, especialista em docência no ensino superior, escritora ghost writer e master coach. Como empreendedora responsável pela Unicórnio Autorias de Pensamento, vem ao longo de aproximados dezoito anos, mantendo o foco em Marketing de Conteúdo utilizando técnicas de Coaching como base metodológica para prestar serviços dentro de suas competências.

21/01/2019

Professor: O Desafio de Fazer Acontecer

Professor: O Desafio de Fazer Acontecer
Ultrapassar barreiras, sejam elas físicas ou mentais, requer de qualquer um de nós, relativo esforço. Isso porque, para ultrapassá-las, necessitamos ter uma quantidade razoável de força de vontade e de determinação, abraçando o não desânimo por intermédio do comprometimento com os nossos ideais. 

Para tanto, temos que adquirir objetivos para seguir e uma meta definida para alcançar. 

As diferenças presentes nos conceitos entre as palavras “objetivos” (caminhos) e “metas”(chegadas) nos fazem lembrar que ambas fazem parte de nossas próprias escolhas. As variantes são as formas em que elas irão se desenvolver ao longo do processo que obrigatoriamente será efetuado por um aprendizado contínuo.

Tal aprendizado será sempre mais gratificante, se construído pela troca e compartilhamento de experiências, visões e ações que anteriormente puderam ser vivenciadas pelas pessoas envolvidas.  

Tanto os objetivos quanto a(s) meta(s), são justificados pelos resultados que apresentarão, porque serão esses resultados que terão a capacidade de formar as competências que abrirão novos caminhos para o desenvolvimento humano.

Segundo Senge (1999, p.478) apud Feitag: "[...] a maior alavancagem para o desenvolvimento de habilidades e competências reside entre líderes organizacionais e educacionais e os seus colaboradores e sem esse movimento, os outros elementos de estruturação de mudanças não funcionam adequadamente."

Empreendedorismo é um termo oriundo do francês e foi utilizado inicialmente pelo economista Joseph Schumpeter em 1950 que o classificou como uma espécie de agregação de valores e identificação de oportunidades, manipulando novos métodos para transformar tudo isso em um algo lucrativo. 

Didática é um termo que em 1657, foi criado por Jan Amos Comenius para designar em sua obra (Didáctica Magna) a “arte de ensinar” e, até os dias atuais, ainda é subentendida como um conjunto de métodos e técnicas pedagógicas para resumir o “como” ensinar.  

Dessa forma, a didática traz ainda consigo seus elementos tradicionais de ação, quais sejam: professor, aluno, conteúdo, contexto e estratégias metodológicas.

Líderes são pessoas que aceitam assumir uma posição e trabalham para mantê-la, independentemente de que tal posição esteja ou não inserida na zona de conforto que ocupam. 

Se trouxermos a linha de pensamento de Senge apresentada acima, para o tema deste post bem como os conceitos colhidos sobre empreendedorismo, didática e líder; concluiremos que uma docência para ser tida como empreendedora, necessita de professores que estejam dispostos a agir em prol do desenvolvimento intelectual humano; compartilhando conhecimentos dentro de sua competência profissional (ciência abraçada) ao mesmo tempo em que trabalham didaticamente.
  
Tal ação por parte do docente faz com que ele assuma uma determinada posição; a mesma que o levará a tomar uma atitude empreendedora, ou seja, uma atitude capaz de fazer com que ele passe a observar a realidade educacional que lhe é apresentada sob um novo olhar, enxergando oportunidades de praticar a criatividade didática, anteriormente inibida. 

De posse da nova posição, o profissional docente assume com seu empreendedorismo, uma grande responsabilidade: despertar em seus alunos, as competências necessárias para deixa-los aptos ao saber profissional para o qual estão se propondo. 

O despertar do saber profissional nos alunos exige do docente empreendedor, a ciência de que existe uma dependência entre os conteúdos a serem ministrados e os quatro pilares da educação, ou seja: APRENDER a conhecer, fazer, viver e ser.

Bibliografia de apoio:
SENGE, Peter. A dança da mudança. Tradução de Bazán Tecnologia e Linguistica. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 676p.

 

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