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Rosangela Enéas é Publicitária, Professora Especialista em Docência no Ensino Superior, Escritora Ghost Writer e Master Coach. Empreende ao longo de aproximados dezenove anos, com foco em Marketing de Conteúdo utilizando o Coaching como base metodológica em suas prestações de serviço.

15/02/2019

Resumo: Crase (parte 1)

Resumo: Crase (parte 1)
De maneira geral, a forma mais simples de estudar sobre o sinal indicativo da crase, é dividir esse tema em: 
  • Regra geral;
  • Impossibilidade de utilização; 
  • Obrigatoriedade de utilização; 
  • Uso facultativo e;
  • Casos especiais.
Proponho que "a decoreba" faça parte integrante no início do aprendizado de acordo com os temas acima, para que a prática posterior consiga gradativamente assumir formas de aprendizagem mais adequadas.

Sendo assim, vamos ao primeiro - regra geral - a partir da seguinte dica:

Demais regras (demonstradas nos próximos posts) à parte você saberá se deverá ou não utilizar o sinal indicativo da crase, quando em uma frase, for possível substituir a palavra feminina por alguma palavra masculina onde o indicativo "ao" se faça presente.

Por exemplo:
Pergunta: Observando as construções que seguem, qual delas estaria correta quanto o uso - ou não - do sinal indicativo da crase?
Construção A: Rebeca foi à faculdade levando seus livros, fichário e caderneta.
Construção B: Rebeca foi a faculdade levando seus livros, fichário e caderneta. 
Resposta: 
Construção A. Isso porque de acordo com o verbo "foi", percebe-se que "quem vai, vai a algum lugar" e assim, observa-se a presença de a (preposição) + a (artigo) = sinal indicativo de crase ou; se passarmos o trecho onde a palavra feminina "faculdade" se encontra, para qualquer outra no gênero masculino, ou seja, "Rebeca foi ao mercado", "Rebeca foi ao Zoológico", etc.; iremos obter a (preposição) + o (artigo) = sinal indicativo de crase. 

Muito simples essa "regra geral", não é verdade? Possivelmente com ela, caso também você for fazer algum tipo de exame, conseguirá eliminar alguma(s) alternativas!

Isso posto, vamos agora entender - e decorar - os casos em que NUNCA o sinal de crase poderá ser utilizado? Confira: 

Resumo: Crase (parte 1)

Há também uma forma de construção em que a crase nunca deverá ser utilizada, pois leva em consideração os nomes de lugares indeterminados.

Pausa: Lembre-se de que sempre que houver determinação, haverá crase. E, para não esquecer, aceite decorar esta dica: "determinou, craseou!"

A dica nesse sentido será uma pequena rima, muito útil para a sua "decoreba":

"Vai a e volta da crase haverá" / "Vai a e volta de, crase pra quê?"

Exemplos: Eu fui à Itália. (via à Itália e volta da Itália) = com acento de crase.
                  Eu fui a São Paulo (vai a São Paulo e volta de São Paulo) = sem acento de crase.
                  Eu fui à São Paulo da garoa. (especificação da cidade) = com acento de crase.

Não perca a parte dois deste estudo! 
Deixe aqui suas dúvidas e/ou comentários! Compartilhe-os conosco!

Bons escritos e até o nosso próximo post!


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