A Gestão do Conhecimento x O Capital Intelectual


Nonaka e Takeuchi (1997) definem gestão do conhecimento como “a capacidade que uma empresa tem de criar conhecimento, disseminá-lo na organização e incorporá-lo a produtos, serviços e sistemas”. Por outro lado, capital intelectual, é uma somatória de conhecimentos e informações que formam as expertises das pessoas, sendo essas, as mesmas que formam toda e qualquer empresa.


Bukowitz e Williams (2002) afirmam que uma organização pode perfeitamente gerar riqueza a partir do capital intelectual, a medida em que integra processos e conhecimentos, se fizer deles uma estrutura própria. Assim, o escritor que trabalha primeiro sua expertise, conseguirá fazer do conhecimento adquirido, um aliado da própria criatividade, como fator determinante para que consiga efetivar o seu projeto de escrita. Subjetivamente, podemos dizer que criatividade é um dom (aptidão) ou talento (propensão) para se fazer (criar) determinada coisa. Acredito que seja justamente essa forma abstrata de entendimento, que faça com que as pessoas pensem que criação seja alguma coisa aleatória, ou, em outras palavras, desprovida de lógica e, isso não é verdadeiro. Graham Wallas (1858-1932) foi psicólogo social inglês e cofundador da Escola de Economia de Londres, onde pesquisou e desenvolveu um modelo que visa explicar e sistematizar o processo criativo, que até hoje é utilizado. Referências: BUKOWITZ, W. R.; WILLIAMS, R. L. Manual de Gestão do Conhecimento: Ferramentas e técnicas que criam valor para a empresa. Tradução Carlos Alberto Silveira Notto Soares. Porto Alegre: Bookman, 2002. NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. A criação do conhecimento na empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

De: São Paulo - SP / Brasil

Para: encontros virtuais

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