Como Fazer uma Pesquisa Científica

Atualizado: Mai 13

Você saberia dizer qual é a diferença entre “estar envolvido” e “estar compromissado” com alguma coisa? Essa explicação pode ser facilmente entendida, a partir da seguinte ideia:


Para que esse delicioso lanche fosse elaborado, foi preciso dois personagens principais: um boi e uma galinha.

A galinha pôs o ovo e... partiu, mas, o boi...você já sabe o que aconteceu. Nem será preciso que eu entre em detalhes.

Conclusão da metáfora: a galinha se envolveu e, o boi se comprometeu!


Isso porque, quando nos comprometemos com algo ou alguém, fazemos de tudo para que nosso plano vá adiante, superando todos os obstáculos a nossa frente.


Para a conquista da prática da pesquisa ou, em outras palavras, conseguirmos elaborar – e entregar! - um trabalho de conclusão de curso, devemos nos comprometer com o nosso próprio intelecto, dizendo a nós mesmos que, é chegada a hora de deixar de lado a nossa zona de conforto como “aprendiz” (galinha), para sermos “pesquisadores” (boi).


Esse fato é, sem dúvida, algo incômodo, mas, essencial para que se obtenha êxito nesse objetivo.


A boa notícia? É que você já começou a se comprometer com o seu “tcc”, posto que está lendo estas páginas, em busca de informações que possam facilitar o seu trabalho. 


Acredite! A pesquisa sempre será o primeiro passo para os que desejam se distanciar da condição de meros espectadores.


Considere-se assim, um autor. Parabéns!


Mas, você sabe o que os autores costumam fazer na maioria do tempo?


Vão adquirindo hábitos novos, influenciando primeiramente seus próprios cotidianos, para conseguirem alavancar seus futuros profissionais. 


Sim. Autores – como eu - vivem de suas obras, e, porque não dizer também, do que poderão fazer a partir delas.


Ao longo da trajetória de nossas pesquisas, apreendemos conhecimentos extras aos que buscávamos e, por conta disso, nossa visão de mundo igualmente se modifica, adapta e amplia, de forma que transformamos os conhecimentos adquiridos em estratégias a serem utilizadas em situações cotidianas das mais simples, até as mais complexas, incluindo a principal, que a ambas engloba: a comunicação.


Saber comunicar-se adequadamente – principalmente pela forma escrita - é algo tão essencial, que resulta em elementos transformadores para o mundo, dentro de um processo paulatino, que vai de pesquisa em pesquisa, em direção ao objetivo de compartilhamento do conhecimento científico perante o mundo:


“De modo geral, a Educação pode ser mesmo conceituada como o processo mediante o qual o conhecimento se produz, se reproduz, se conserva, se sintetiza, se organiza, se transmite e se universaliza. ” (SEVERINO 2007 p.28)

O conhecimento que acompanha a pesquisa, porém, necessita ser organizado, para fazer jus ao pensamento sistêmico (científico) que o intitula.

Possivelmente essa é a parte mais trabalhosa, porque requer dos autores, mais compromisso ainda e, cientes do fato, as Instituições vem investindo nas formações continuadas, incentivando a cada vez mais a ação de pesquisar, inclusive com implemento de cursos stricto sensu oferecendo programas de formação, que visam fazer com que os autores se especializem em Iniciação Científica.

No entanto há obstáculos a serem superados durante essa trajetória. Quer saber mais sobre como fazer um trabalho científico? 

Confira por aqui, no meu livro "TCC Faça Fácil: Pré Projetos, Monografias e Artigos Científicos"

Referências: SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo: Cortez, 2007.

De: São Paulo - SP / Brasil

Para: encontros virtuais

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